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Quinta, 01 de janeiro de 2015, 10h44 | Tamanho do texto: A- A+

Pedro Taques


José Medeiros/Secom-MT
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Nascido em Cuiabá em 15 de março de 1968, Pedro Taques é filho da professora aposentada Eda Gonçalves Taques e do pequeno agricultor Alinor Teixeira Taques. Casado com a advogada trabalhista Samira Martins, tem uma filha, Renata, de 16 anos. 
 
A origem humilde impôs a Pedro Taques uma vida de dificuldades e desafios desde sua infância. Desde cedo, porém, aprendeu com a mãe a gostar de ler, estudar, o que foi decisivo para sua trajetória vitoriosa na vida pessoal e profissional.

Estudou em escolas públicas e particulares de Cuiabá. Formou-se em Direito pela Faculdade de Taubaté (SP) e tornou-se professor de Direito Constitucional.
Pedro Taques ingressou no Ministério Público Federal em 1994, onde pautou sua atuação pela defesa dos direitos dos menos favorecidos e pelo combate à corrupção e ao crime organizado. Trabalhou em Rondônia, Acre, São Paulo e Mato Grosso.

Participou de investigações importantes como no “Caso Sudam” e de vários júris, como voluntário, de repercussão nacional, como o julgamento de Hildebrando Pascoal. Em Mato Grosso, foi autor da ação que levou à prisão o bicheiro comendador João Arcanjo Ribeiro.

Devido a sua atuação como procurador, por mais de uma década se viu obrigado a viver sob escolta policial devido às ameaças que sofria, mas que nunca o intimidaram.

Após essa trajetória no Ministério Público Federal Pedro Taques, num gesto de desprendimento e idealismo desligou-se da carreira de procurador, que lhe proporcionaria uma tranqüila aposentadoria, para ingressar na política.

Nas eleições de 2010, foi candidato ao Senado Federal, sendo eleito com a expressiva votação de 708.440 votos.

Em três anos consecutivos de mandato foi avaliado como um dos melhores senadores do Brasil e teve os projetos avaliados como 100% relevantes pelo Portal Transparência Brasil. Também foi eleito nestes três anos um dos 100 parlamentares mais influentes do país pelo Departamento de Assessoria Intersindical (Diap). Pela sua atuação, foi lançado à Presidência do Senado como candidato da oposição.

Enquanto senador, Pedro Taques sempre atuou com independência. Com o objetivo de combater a corrupção, apresentou ao Senado o “Pacote anticorrupção”, as propostas de modernização do Código Penal e o requerimento propondo a ampliação dos recursos destinados aos municípios.

Apresentou o projeto que transforma corrupção em crime hediondo e a proposta que exige Ficha Limpa para cargos comissionados, ambos aprovados em junho de 2013.
Em 2014, foi candidato ao governo de Mato Grosso pelo Partido Democrático Trabalhista com discurso de mudança e transformação do Estado. Foi eleito no primeiro turno com 833.788 votos, 57,25% do total dos votos válidos.

 

 

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